sexta-feira, 31 de julho de 2015

FAMÍLIA... SAUDADES...

Eu e minha família no Convento de São Francisco, Olinda, 1585.
Detalhe dos azulejos portugueses.

SAUDADE


Eu amo tudo o que foi 
Tudo o que já não é 
A dor que já não me dói 
A antiga e errônea fé 
O ontem que a dor deixou 
O que deixou alegria 
Só porque foi e voou 
E hoje é já outro dia.

                                                                     (Fernando Pessoa)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

FÉ E CIÊNCIA ESTÃO CONVERSANDO

Essa é a conclusão do Dr. Fernando Gomes Pinto, neurocirurgião, que atribui uma melhora significativa no estado de saúde dos pacientes que oram ou recebem oração. Assistam a explicação dele clicando no link:

segunda-feira, 27 de julho de 2015

domingo, 26 de julho de 2015

MATEUS, MISSIONÁRIO NO MARANHÃO


Em junho, no UNASP, tive o privilégio de conhecer o Mateus, que mora no interior do Maranhão. Nesse vídeo, gravado quando ele tinha 10 anos, ele conta sobre sua experiência como missionário. Atualmente, ele está com 15 anos e tem o desejo de estudar e se tornar um pastor.



domingo, 12 de julho de 2015

FÉRIAS... MIL MOTIVOS PARA COMEMORAR E SER FELIZ!

Catedral Neogótica de Botucatu

Botucatu, meu novo ponto de parada

Tim, tim! Espumante... sem álcool!
Exposição Espelho da Arte: Regina Duarte, no Shopping Iguatemi Campinas 

No quarto da viúva Porcina


sexta-feira, 26 de junho de 2015

ÚLTIMOS DIAS: CASAMENTO GAY


A Suprema Corte dos Estados Unidos votou nesta sexta-feira, 26 de junho, a aprovação do direito de casais do mesmo sexo se casarem pela Constituição.

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanossem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus." 2 Timóteo 3:1-4

"Semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens. [...] Estando cheios de toda a iniquidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia." Romanos 1:29-31

Esse cenário social parece familiar? Então esse é mais um sinal de que vivemos os últimos dias desse mundo e de que Jesus Cristo em breve voltará. 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

VIRANDO A CABEÇA PARA OS PAGOS

Impossível ser gaúcho e não lamentar a morte do historiador, músico, folclorista, apresentador e um dos grandes expoentes da cultura gauchesca, Nico Fagundes. Fagundes é autor de vários livros sobre a história e a cultura do Rio Grande do Sul. Dirigiu filmes e participou também como ator de obras regionalistas. Mas, sem dúvida alguma, a maior contribuição de Nico Fagundes foi para a música. Autor de aproximadamente 100 canções que exaltam a vida e os costumes dos pampas, entre elas, a mais conhecida e amada dos gaúchos: o Canto Alegretense. A música, foi uma homenagem do cantor a sua terra Natal e se tornou um hino no Rio Grande do Sul:


Não me perguntes onde fica o Alegrete
Segue o rumo do seu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e violão
Pra quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no Rio Ibirapuitã

Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduí

E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão

Antônio Augusto Fagundes. Foto: Ricardo Duarte