domingo, 26 de fevereiro de 2017

GLU GLU GLU

A obra Glu Glu Glu, de Anna Maria Maiolino, faz referência ao ato de comer, uma ação que une as pessoas, mas que também as separa: uns comem demais e outros passam por privação de alimentos. Essas eram questões sociais no Brasil na década de 1960 e que ainda se fazem presentes na atualidade.  Glu Glu Glu também chama atenção para os órgãos digestivos e a cabeça “encaixotada” pelo sistema, tentando “deglutir” a vida cotidiana das políticas ditatoriais. Nota-se ainda o anonimato da pessoa que está de costas para o público, porém sua boca está curiosamente colocada na parte de trás da cabeça.

Maiolino nasceu na Itália e aos 12 anos mudou-se para a Venezuela onde começou a estudar arte. Em 1960, mudou-se para o Brasil onde deu continuidade aos seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes, RJ. 



Glu Glu Glu, Anna Maria Maiolino, 1966, Acrílica sobre tecido estofado, 110.50 x 59.00 cm, MAM RJ.
Foto: Janaina Xavier.



domingo, 22 de janeiro de 2017

GUIOMAR DE SOUZA FAGUNDES

Baiana quitandeira, 1931, óleo sobre tela, 140,5 x 114 cm, Guiomar Fagundes, acervo da Pinacoteca SP

Guiomar de Sousa Fagundes (1896: São Paulo, SP – 1975: Rio de Janeiro, RJ)

Artista figurativista, pintou flores, cenas de gênero e nus. Estudou pintura com Oscar Pereira da Silva, em São Paulo. Viajou à Europa, visitando Paris e Milão. Nesta cidade teve aulas com o artista Ângelo Cantu. Sua sólida aprendizagem nos anos europeus lhe proporcionou uma pintura de bom colorido e desenho. Realizou diversas mostras individuais e coletivas na França, no Uruguai, Portugal, Argentina e no Brasil.

Fonte:
http://brasilartesenciclopedias.com.br/nacional/fagundes_guiomar.htm


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

PRAIA DA CAPILHA NA RESERVA DO TAIM EM RIO GRANDE, RS

O Taim é uma reserva ecológica com uma grande diversidade de animais e onde vivem comunidades que se dedicam à pesca, à criação de animais e à agricultura. Uma dessas comunidades é conhecida por Capilha de Rio Grande ou Vila Capilha, localizada às margens da Lagoa Mirim, 4º Distrito da cidade de Rio Grande. Seu nome origina-se do espanhol "Capilla", ou "capela" em português.
A Capela de Nossa Senhora da Conceição é uma das mais antigas construções conhecidas da fronteira sul do Brasil. A primeira edificação foi construída em 1785, sendo chamada pelos espanhóis de "Capela de São Pedro" por estar no continente de São Pedro. Em 1844 foi reconstruída pelo Capitão Faustino Corrêa, fazendeiro da região.
Pesquisas arqueológicas da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) encontraram vestígios de outra capela no local, construída por volta do ano de 1700. Pelo menos duas outras já haviam sido erguidas ali, uma delas de madeira que teve as paredes queimadas. Conforme os estudos, possivelmente, a primeira capela tenha sido edificada para o corpo de guarda de fronteira. A capela pode ter sido abandonada durante os 13 anos de ocupação espanhola (1763-1776). A igreja possui estilo simples, com colunas dóricas e jônicas adossadas, frontão triangular com óculo central e duas torres para os sinos, que lembra a arquitetura jesuítica. Seu estado de conservação é bastante precário, porém, existem movimentos em andamento para realizar seu restauro. 

Igreja da Praia da Capilha

Interior da Igreja

Praia da Capilha

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

APENAS AMAR



Saudarei cada dia com amor no coração.
Olharei todas as coisas com amor e renascerei.
Farei do amor minha maior arma.
E ninguém que há em frente poderá defender-se da sua força.
Os músculos podem partir o escudo e até destruir a vida,
Mas apenas os poderes invisíveis do amor podem abrir o coração dos homens.
Amarei o sol porque aquece meu corpo,
Mas amarei a chuva porque purifica o ar.
Amarei luz porque me mostra o caminho,
Mas amarei a escuridão porque me faz ver as estrelas.
Amarei os ricos porque são poucos.
Amarei os pobres porque são muitos.
Amarei os orgulhosos pois são apenas humanos,
E amarei os humildes pois são divinos.
E acima de tudo amarei a mim mesmo pois quando isso fizer,
Cuidarei do meu corpo e do meu espírito para amar toda humanidade.
Nesse momento todo ódio vai desaparecer das minhas veias,
Pois não tenho tempo para odiar,
Apenas para amar.

Adaptação do “Pergaminho 2” - Do Livro “ O maior Vendedor do Mundo” de Og Mandino

sábado, 7 de janeiro de 2017

BRINCO DE PRINCESA

A flor símbolo da minha cidade Pelotas (RS). Encontrei essa no Jardim Botânico em Curitiba. 

Foto: Jana Xavier



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O ENCONTRO MARCADO

De tudo ficaram três coisas... 
A certeza de que estamos começando... 
A certeza de que é preciso continuar... 
A certeza de que podemos ser interrompidos 
antes de terminar... 


Façamos da interrupção um caminho novo... 
Da queda, um passo de dança... 
Do medo, uma escada... 
Do sonho, uma ponte... 
Da procura, um encontro!


Fernando Sabino