Obs.: Foi espontâneo e sem valer nota. Eu estou à direita, no fundo da aula.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
O ENCONTRO MARCADO
De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
Fernando Sabino
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
Fernando Sabino
domingo, 4 de setembro de 2016
LUTE
O artista brasileiro Carlos Zilio (1944-) em sua produção dos anos 1960 e 1970 revelou um amplo sentido de crítica social. Em sua obra Lute (1967) o artista cria máscaras de rostos anônimos, agregadas a outros elementos, como relógios de ponto ou marmitas, fazendo com que a obra adquira caráter de denúncia social. Esse trabalho representa o esforço máximo do artista para integrar arte e política. No interior da marmita, em lugar do alimento, uma máscara sem rosto. Com Lute ele participa da IX Bienal de São Paulo (1967). Em março de 1970, foi ferido a bala em confronto com a polícia e preso, sendo colocado em liberdade dois anos depois. Em 1976, exilou-se em Paris por perseguição política, até 1980.
Passados 50 anos da obra de Zilio, o país enfrenta uma severa crise política e econômica e seu objeto artístico torna-se ainda relevante e provocativo da necessidade dos trabalhadores se mobilizarem por um Brasil mais justo, igualitário e sem corrupção.
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| Lute, Carlos Zilio, 1967. Acervo MAM RJ. Foto: Janaina Xavier |
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
"Picasso: mão erudita, olho selvagem", no Instituto Tomie Ohtake, SP
sábado, 6 de agosto de 2016
domingo, 31 de julho de 2016
MAURICE DENIS
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Conheça a Pampulha, Patrimônio Mundial
O Conjunto Moderno da Pampulha conquistou, no dia 17 de junho de 2016, o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, durante a 40ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, realizada no Centro de Convenções de Istambul, na Turquia. A indicação da Pampulha foi ratificada por consenso pelos 21 países integrantes do Comitê.
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