segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

APENAS AMAR



Saudarei cada dia com amor no coração.
Olharei todas as coisas com amor e renascerei.
Farei do amor minha maior arma.
E ninguém que há em frente poderá defender-se da sua força.
Os músculos podem partir o escudo e até destruir a vida,
Mas apenas os poderes invisíveis do amor podem abrir o coração dos homens.
Amarei o sol porque aquece meu corpo,
Mas amarei a chuva porque purifica o ar.
Amarei luz porque me mostra o caminho,
Mas amarei a escuridão porque me faz ver as estrelas.
Amarei os ricos porque são poucos.
Amarei os pobres porque são muitos.
Amarei os orgulhosos pois são apenas humanos,
E amarei os humildes pois são divinos.
E acima de tudo amarei a mim mesmo pois quando isso fizer,
Cuidarei do meu corpo e do meu espírito para amar toda humanidade.
Nesse momento todo ódio vai desaparecer das minhas veias,
Pois não tenho tempo para odiar,
Apenas para amar.

Adaptação do “Pergaminho 2” - Do Livro “ O maior Vendedor do Mundo” de Og Mandino

sábado, 7 de janeiro de 2017

BRINCO DE PRINCESA

A flor símbolo da minha cidade Pelotas (RS). Encontrei essa no Jardim Botânico em Curitiba. 

Foto: Jana Xavier



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O ENCONTRO MARCADO

De tudo ficaram três coisas... 
A certeza de que estamos começando... 
A certeza de que é preciso continuar... 
A certeza de que podemos ser interrompidos 
antes de terminar... 


Façamos da interrupção um caminho novo... 
Da queda, um passo de dança... 
Do medo, uma escada... 
Do sonho, uma ponte... 
Da procura, um encontro!


Fernando Sabino

domingo, 4 de setembro de 2016

LUTE

O artista brasileiro Carlos Zilio (1944-) em sua produção dos anos 1960 e 1970 revelou um amplo sentido de crítica social. Em sua obra Lute (1967) o artista cria máscaras de rostos anônimos, agregadas a outros elementos, como relógios de ponto ou marmitas, fazendo com que a obra adquira caráter de denúncia social. Esse trabalho representa o esforço máximo do artista para integrar arte e política. No interior da marmita, em lugar do alimento, uma máscara sem rosto. Com Lute ele participa da  IX Bienal de São Paulo (1967). Em março de 1970, foi ferido a bala em confronto com a polícia e preso, sendo colocado em liberdade dois anos depois. Em 1976, exilou-se em Paris por perseguição política, até 1980.

Passados 50 anos da obra de Zilio, o país enfrenta uma severa crise política e econômica e seu objeto artístico torna-se ainda relevante e provocativo da necessidade dos trabalhadores se mobilizarem por um Brasil mais justo, igualitário e sem corrupção.

Lute, Carlos Zilio, 1967. Acervo MAM RJ.
Foto: Janaina Xavier

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

"Picasso: mão erudita, olho selvagem", no Instituto Tomie Ohtake, SP

Picasso, Busto de Mulher (Estudo para Senhoritas de Avignon), 1907, Paris, óleo sobre cartolina.

Picasso, O Beijo, 1969, óleo sobre tela.